Hoje, 1 de outubro, celebra-se o Dia Internacional das Pessoas Idosas, instituído pelas Nações Unidas. Mais do que uma data no calendário, é um convite a olhar para o envelhecimento como uma fase de vida a valorizar — e não a temer.
Envelhecer em casa: um direito, não um sacrifício
Envelhecer com autonomia, rodeado pelos seus objetos, memórias e vizinhança, é o desejo da grande maioria das pessoas idosas. O estudo MA(i)SAD, promovido pela União das Misericórdias Portuguesas (2020), mostra que um Serviço de Apoio Domiciliário personalizado pode atrasar a institucionalização e melhorar significativamente a qualidade de vida dos utentes. Isto significa que, com o apoio certo, muitas famílias que hoje veem o lar como único caminho têm, de facto, alternativas viáveis e seguras.
O que significa, na prática, envelhecimento ativo
Não se trata apenas de saúde física — envolve manter a mente estimulada, as relações sociais vivas e um propósito no dia a dia. O nosso Serviço de Acompanhamento (idas a consultas, atividades de lazer e cultura, gestão de assuntos do quotidiano) foi desenhado precisamente para sustentar esta forma de envelhecer: ativa, presente e conectada à comunidade.
Se está a ponderar entre apoio domiciliário e uma instituição, escrevemos sobre este tema com todo o cuidado em Apoio Domiciliário ou Lar: Como Escolher o Melhor Caminho para Quem Ama. E porque manter a mente ativa é também uma parte essencial deste envelhecimento com autonomia, veja também Estimulação Cognitiva em Casa: Jogos e Atividades Simples para Manter a Mente Ativa.
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Se sente que chegou o momento de ter apoio profissional em casa, marque uma avaliação gratuita através do nosso formulário de contacto ou ligue diretamente para 910 560 849 / 911 772 867. Teremos todo o gosto em ouvir a sua situação e propor uma solução à medida.
